Um cruzeiro fora do padrão
Onde: • 24 de Julho - 2026 |Com mais de 20 restaurantes incluídos na tarifa, ambientes projetados por designers internacionais e uma ampla estrutura para esportes e bem-estar, o Scarlet Lady propõe uma experiência diferente dos cruzeiros tradicionais.
O Scarlet Lady, da Virgin Voyages, é frequentemente citado como um dos navios que ajudaram a reinventar o conceito de cruzeiro, especialmente para viajantes entre 30 e 50 anos que buscam uma experiência menos formal. Praticamente todos os ambientes foram concebidos por escritórios internacionais de referência, como Tom Dixon, Roman and Williams e Concrete, fazendo do navio um caso de estudo em hotelaria.
A experiência está voltada apenas a passageiros com 18 anos ou mais, uma decisão que influencia toda a experiência a bordo. Não há áreas infantis nem espetáculos estilos Broadway. Bares, festas e entretenimento têm papel central o que faz o cruzeiro ser mais tranquilo durante o dia e bastante animado à noite.
A gastronomia também rompe com o modelo tradicional dos cruzeiros. Não há um restaurante principal nem o buffet convencional. No lugar deles, os passageiros encontram mais de 20 restaurantes e bares, todos incluídos na tarifa, cada um com identidade própria.
Outro diferencial é que a proposta foi desenvolvida para um perfil de hóspede que prefere uma viagem ativa. Corrida, treinamento funcional, esportes coletivos, ioga e espaços de contemplação ocupam o convés superior em uma sequência de ambientes conectados. O projeto é assinado pelo escritório holandês Concrete, que buscou inspiração nos clubes esportivos das décadas de 1920 e 1930, e integra lazer, atividade física e gastronomia em um percurso contínuo, tendo o Aquatic Club como principal ponto de encontro dos passageiros. Inspirado nos superiates, o espaço é quase uma praça pública, com atmosfera contemporânea e poucos elementos visuais.
O Concrete também assina dois dos restaurantes mais marcantes do Scarlet Lady, entre os quais, o Razzle Dazzle, que tem como referência a dazzle camouflage — pintura criada para confundir a percepção da direção e da velocidade dos navios durante a Primeira Guerra Mundial.