Arquitetura

Hotel da nova temporada de The White Lotus

Onde: • 12 de Janeiro - 2026 |

Quarta temporada da série será gravada em um antigo palácio transformado em hotel de luxo em Saint-Tropez.

A quarta temporada da série The White Lotus, da HBO Max, começará a ser gravada neste ano, com exibição programada para 2027. Marcada pela construção da narrativa a partir de hotéis reais no Havaí, na Sicília e na Tailândia, até agora a série se apoiou em resorts de alto padrão, sempre transformados no fictício White Lotus, para ambientar histórias que se desenrolaram quase inteiramente dentro de ícones associados ao luxo.

 

Na quarta temporada, o principal local de gravação será o Château de La Messardière em Saint-Tropez, na Riviera Francesa, um antigo palácio do século XIX convertido em hotel de luxo, localizado no alto de uma colina com vista para a baía. A escolha marca também uma mudança em relação às temporadas anteriores, que haviam sido filmadas em hotéis da rede Four Seasons, e reforça o interesse da série por lugares onde arquitetura, paisagem e vida social se cruzam de forma intensa.



Fora da ficção, o Château de La Messardière funciona como um grande complexo de hospedagem, com diferentes formas de acomodação dentro da mesma propriedade. O empreendimento pertence à rede francesa Airelles conhecida por operar propriedades históricas e emblemáticas na França, sempre com foco em hospitalidade de alto padrão, serviço altamente personalizado e forte relação com o patrimônio arquitetônico. Além de Saint-Tropez, a rede mantém hotéis em destinos como Courchevel e Gordes, focados em hospedagem de ultra luxo.

 

 

 

No Château de La Messardière as suítes estão distribuídas entre o edifício histórico e construções mais recentes, com variações claras de tamanho, vista e nível de privacidade. Há quartos voltados para quem passa o dia fora aproveitando a cidade e a praia, e suítes amplas, com terraços generosos e áreas externas, indicadas para quem pretende permanecer mais tempo no hotel.

 

Para quem busca mais autonomia, o hotel oferece hospedagem em vilas distribuídas pelo terreno, afastadas do prédio principal. As unidades funcionam como casas independentes, com áreas externas próprias e maior privacidade, mas mantêm acesso integral aos serviços do hotel. A opção costuma atender melhor famílias, grupos pequenos ou hóspedes que pretendem uma estadia mais longa, alternando momentos fora e dentro do complexo sem depender da dinâmica do château.

 

 

 

  

A estrutura de alimentação permite que o hóspede resolva boa parte da rotina sem sair do hotel. São vários restaurantes em funcionamento, instalados tanto no palácio quanto em áreas externas e na praia, com propostas distintas ao longo do dia. A diversidade facilita a permanência no local, especialmente em períodos de alta temporada, quando deslocamentos em Saint-Tropez podem ser mais demorados.

 

As áreas de piscina seguem a mesma lógica de uso distribuído. Há piscinas com vista panorâmica, voltadas ao lazer e à convivência, e outras mais reservadas, integradas aos jardins, utilizadas por quem busca um ambiente mais silencioso. A praia privada, localizada em Pampelonne e acessada por transporte do próprio hotel, funciona como uma extensão natural da estadia, oferecendo estrutura e serviço em um trecho reservado da costa.

 

 

 

 

No conjunto, o Château de La Messardière atende a um perfil de hóspede que valoriza conforto, organização e previsibilidade. É uma hospedagem para quem quer decidir, com clareza, como usar o tempo entre quarto, restaurante, piscina e praia — exatamente o tipo de dinâmica que, na ficção de The White Lotus, sustenta as histórias que se desenrolam dentro desses hotéis.

 

No que diz respeito aos valores, o Château de La Messardière se posiciona no patamar mais alto da hotelaria da Riviera Francesa. As diárias variam de forma significativa conforme a época do ano, o tipo de acomodação e a vista, mas, em linhas gerais, suítes no edifício principal partem de valores em torno de 3 mil euros por noite na alta temporada, podendo ultrapassar com facilidade a faixa de 8 mil euros em categorias mais amplas ou com áreas externas privativas. As vilas, por oferecerem mais espaço, privacidade e autonomia, operam em um nível ainda mais elevado, especialmente quando configuradas para famílias ou grupos.